domingo, 31 de agosto de 2014

Chama-me Ginja, André Ginja

Primeiro como qualquer pessoa deveria vou apresentar-me. Chamo-me André Ginja e sou um rapaz normalissimo. Sou curioso, apaixonado, leal não só às pessoas mas também aos compromissos, (quando possível) e aquela que penso ser a minha característica mais marcante, sou um deprimido (não clinicamente).
Gosto de ver o lado negativo das situações, principalmente por duas razões:

  • Primeira, é mais interessante, simples como isso, quem não gosta de imaginar como seria um conto de fadas se acabasse mal?
  • Segunda, se der mais atenção ao lado negativo, o lado positivo torna-se mais surpreendente e interessante.
Se, por algum lapso de consciência decidires ler mais alguma coisa que se siga a esta apresentação ficas já avisado que, das duas uma, ou vais deprimir ou vais dizer-me assim"fogo, és um triste", se pensares isso eu respondo-te, "não, eu sou feliz, tenho um pai e uma mãe que trabalham e uma irmã que é uma chata do caraças, tenho uma casa e comida na mesa todos os dias, por isso supostamente não tenho motivos para me queixar." Mas eu sempre fui do contra e dado a minha idade e teimosia arranjo sempre motivos para me queixar.
Eu, como todos os seres humanos tenho paixões e as 2 maiores que tenho são, sem dúvida, as pessoas e a música.
Eu adoro as pessoas, não adoro todas, existem algumas que desprezo e sinceramente não merecem nem a água que bebem, mas as que adoro sou lhes leal, e também existem aquelas que simplesmente gosto ou aprecio, não referindo aquelas que amo porque essas são conversa para outra paragem...
A música... bem essa é uma razão para me levantar todos os dias, é, para mim, uma das sensações do mundo ouvir música num local com muita gente, é bom sentir que tenho controlo sobre mim mesmo, que posso fugir a quase qualquer momento da realidade com um simples *click, fugir para um mundo onde só existe, eu, a música e qualquer pessoa que eu queira que ocupe o meu pensamento.
Outro lado da música é, que para além de nos dar controlo sobre nós próprios também nos controla, a nós e às nossas emoções. Por exemplo, pode enfurecer-me ao ponto de partir um quarto ao som dos Rage Against The Machine, ou entristecer-me a ponto de quase chorar com a emoção nos som dos Bon Iver.
Gostava de acabar com uma citação de uma musica de Passenger que acho que se encaixa aqui bem, alías, nem me interessa se encaixa, vou apenas citá-la e acabou-se. 
"Well I would swim but the river is so wide, and I'm scared I won't make it to the other side. Well God knows I failed but he knows that I've tried. I long for something that is safe and warm, but all I have is all that is gone. And I'm as helpless and as hopeless as feather on the Clyde."

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Se, por algum lapso de consciência decidires ler mais alguma coisa que se siga a esta apresentação ficas já avisado que, das duas uma, ou vais deprimir ou vais dizer-me assim "fogo, és um triste", se pensares isso eu respondo-te, "não, eu sou feliz, tenho um pai e uma mãe que trabalham e uma irmã que é uma chata do caraças, tenho uma casa e comida na mesa todos os dias, por isso supostamente não tenho motivos para me queixar." Mas eu sempre fui do contra e dado a minha idade e teimosia arranjo sempre motivos para me queixar.