quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Leave me out with the waste. This is not what I do.

Hoje escrevo. Porque calha. Porque me apetece.
 O engraçado é que o tema é sempre o mesmo. Esteja eu feliz ou triste, cansado ou energético, bêbedo ou sóbrio. O quanto te amo e o quanto te quero e as saudades que tenho tuas e blá blá blá...
Consigo escrever um texto sobre ti com 28 páginas sobre o quão única és e mais umas quantas sobre o resto de ti. Mas tu não o irias ler. Estás tão cansada de ler sobre ti...
Aposto que ser o centro do mundo de alguém é cansativo.
Existem cerca de 7 biliões de pessoas na Terra e aposto que nenhuma me faz atrapalhar tanto a falar como tu. Eu acho que as palavras quando saem da minha boca tem todas pressa de te ver e acabam por tropeçar umas nas outras.
Ora ca estou eu a elogiar te, eu às vezes quero por te defeitos. Tens tantos, mas fico tão distraído no resto que os defeitos passam me ao lado.
Ficamos cegos quando mais precisamos de ver, e quão bonito é isso?
Mas contigo tem que se ser sombrio, escuro o suficiente para ver a tua luz.
Nunca soube se te levava à loucura? Ou libertava-te simplesmente?
Tudo o que alguma vez precisamos foi um colchão onde deitar a nossa desgraça.
Quantos textos já foram escritos sobre ti? Os suficientes? Não chegam para dizer tudo...


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About me

Se, por algum lapso de consciência decidires ler mais alguma coisa que se siga a esta apresentação ficas já avisado que, das duas uma, ou vais deprimir ou vais dizer-me assim "fogo, és um triste", se pensares isso eu respondo-te, "não, eu sou feliz, tenho um pai e uma mãe que trabalham e uma irmã que é uma chata do caraças, tenho uma casa e comida na mesa todos os dias, por isso supostamente não tenho motivos para me queixar." Mas eu sempre fui do contra e dado a minha idade e teimosia arranjo sempre motivos para me queixar.