Um sentimentalista, romântico por excelência, lamechas (até porque estes 3 adjetivos são quase sinónimos).
Mas apesar disso (e ao contrário de ti) eu não vivo em verso, em frases pequenas e individuais.
Até porque o poeta é isso mesmo: um cabrão que não se esquece, que não anda em frente e cada um dos seus poemas tem um toque dos anteriores. .
E como uma peça de música atonal ou um quadro de Picasso o poema não se percebe assim à primeira ainda para mais quando é sobre ti.
Porque eu podia escrever a vida inteira sobre as curvas do teu corpo e o prazer obsceno e culpado, e talvez até seja isso que faço.
E a literatura são eles.
Tu e eu não, não somos poesia mas podemos muito bem ser arte.
A única arte que sei fazer.
O poeta muda tanto o poema como o poema o muda a ele.
Gostei... mas promessas são para ser cumpridas ;)
ResponderEliminarObrigado. Mas se se quebram uma vez, também se quebram duas.
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