As vezes é só o que é preciso. Ser orgulhoso por uma vez, abdicar da humildade que tanto me caracteriza e dizer: "eu sou mais importante".
Eu tentei abraçar a escuridão, mas é impossível respirar submerso. Eu já não sou eu. Eu não sou ninguém. Eu sou toda a gente.
Sou tu, que me marcaste de alguma forma na minha insignificante existência. Ou tu, que me disseste a palavra certa na altura certa. Eu nem sequer sou o mesmo "eu" que era ontem.
Keep your heart strong...
E as cicatrizes que vêm com o ser? Essas ficam. São marcas de guerra. Marcas de um mártir. Um mártir na batalha da vida. 100% das pessoas que vivem, morrem (conclusão do século...).
E passo o tempo a observar, e a observar me, deixo me levar pelo aborrecimento diário e rotineiro da procura pessoal de adolescente, borbulhento, triste e convicto que é um Homem feito.
E passo o tempo a esperar que a força da maré me faça um Homem.
Keep your mind set...
Enquanto espero, vivo. Convivo. Amo. Odeio. Faço o que quiser fazer. Vou até onde quiser. Faço amor com os meus sentidos. Conheço me. Conheço os outros. Conheço quem quero conhecer.
Sou um puto que quer o mundo antes de ser um homem. Que mal tem isso? Posso sonhar? Sonho tanto. Ja dizia António Gedeão: "o sonho comanda a vida". Neste mundo já não cabem todos os meus sonhos. Os sonhos que me fazem, e desfazem. Se nós aceitarmos qualquer coisa abaixo do sonho, de que serve sonhar?
... and your hair long
well well well done!!!
ResponderEliminarThanks Nuno
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